o dramatismo
in@merzbau

Toda uma consciencialização e re-educação imprescindível e urgente a cada cidadão do Mundo, encontra-se neste projecto bem estruturado, que visa várias preocupações ambientais, a atmosfera, a hidrosfera e a biodiversidade, consciencializando cada um de nós através da Divisão Equitativa, apresentando objectivos pertinentes de interesse global, a coexistência, com a Soberania Complexa e, o conceito simplesmente lógico da visão do Mundo como um todo, partilhado por todos, sendo urgente a prática de Propriedade Soberana .
Conceitos idealistas, frescos e inovadores como a Economia de Simbiose e Da Amizade Entre Povos fazem rejubilar qualquer ser humano interessado em coexistir com os outros e com o que o rodeia.
´
não confundir consciencialização global com globalização!
descobriu que eu, afinal, sou low maintenance .
já mal via a minha Tautou .
and i love that Boy
Vou ver-me obrigada a entrar num retórico mas exacto conceito, ao dizer que num segundo tudo muda. Num segundo, o que não era passa a ser. Num segundo, a cabeça antes tranquila, entra num rebuliço de quês e porquês. E facilmente, dadas as circunstâncias, o que já não era um problema volta a ser, o que estava arrumado entra em corrupio e o que se esperava, mas não se queria, acontece.
Hoje, quero honrar com um saudosismo esperado mas sem tristeza, uma alma que hoje nos deixou. Alguém que chamava de avó por amor apesar de não partilhar sangue, alguém que me viu crescer e tornar mulher, alguém que me recebia sempre com a mesma frase nada apetecível, mas carregada de ternura.

É de certa forma inquietante, o vício que o meu eu sente pela música, talvez porque em tempos já houve quem dissesse que tinha sido bafejada pelo dom de cantar e encantar. Mas isso já foi há tanto tempo que nem sei se ainda é válido de se contar, não sei, se passados tantos anos, poderei dizer que pisei palcos, que acompanhei grandes nomes da música portuguesa e que fui aplaudida, de pé, como só as pessoas que têm um dom o são.
Julgo, que obrigar os meus ouvidos a umas doses diárias de notas musicais arriscando acompanhar num tom já meio envergonhado pela falta de treino, prática e confiança, é mesmo assim, acredito, uma forma de continuar a ser eu.
Esse dom foi um dos fenómenos mais importantes que me há tocado viver, ou melhor dizendo, padecer.
Não aprofundei o meu estudo da música, limitando-me a recrear algo que vinha de mim, que eu expulsava do meu interior sem grande controlo. Era algo que simplesmente acontecia, sem explicação, sem regra. E no entanto, esse acaso contribuía para uma reacção nos outros e principalmente, em mim, no meu corpo, na minha carne, no meu efémero coração.
Sei que se tocarmos uma nota num piano, se houver uma guitarra por perto, esta, irá vibrar a mesma nota sem que ninguém a pulse. A isto chama-se Vibração por Simpatia. Sim, é o mesmo que nos faz vibrar com uma pessoa que “nos cai bem”, porque estamos conectados pelo mesmo tipo de nota musical.
E também sei que exsite uma recação bioquimica. A música é considerada uma energía física, o som, repercute na superfície total de nosso corpo, filtra-se através de nossos poros até chegar ao lugar onde se encontram as glândulas endócrinas desequilibrando assim, a produção natural de hormônios. Se existir mais adrenalina que o normal, vamos acabar por observar um aumento da pressão sanguínea e um aumento do ritmo cardíaco. O hormônio, chamado gonadotrofinas, que junto com os hormônios sexuais, tanto masculinos como femininos, são os que produzem reações incontroláveis do organismo fazendo, este, chegar ao orgasmo.
Já senti que a música se apoderava de mim, que eu já não era dona das minhas reacções, que algo que era mais forte do que eu fazia lágrimas caírem-me cara abaixo, que os pelos do meu corpo ficavam erectos, que as minhas mãos soavam, o meu corpo tremia da emoção e o meu coração lutava para continuar a bater e não se entregar a um estado de inércia induzida. Ou pelo contrário, bater tão fortemente que quase conseguia pular a serca e abandonar a sua morada, o meu corpo.
Perguntei eu, o que me dizes tu sobre a Farrah Fawcett?
Eu sei, porque o meu pai e a Tila eram FÃS dessa série e eu acompanhava-os enquanto brincava às barbies no chão ao lado do sofá! Religiosamente."
Acho que não preciso de ir pesquisar. Hoje considero-te o meu comando de busca. Obrigada minha Adrianissima erudita-retro-com-um-certo-contra-ponto-vicioso-venezuelano!
obrigada por mais uma vez deixares a tua marca neste meu canto, que é tão nosso, tirando peso ao pesar.
R.I.P.
Embarcou numa busca frenética dum conceito de perfeição muito seu.
Polémico mas único.
Reza a história, que era um Homem em que o H grande defina somente a espécie, não o carácter.
Mesmo assim, é com saudosismo que olho para trás, para o tempo antes de tudo o que dava para maldizer.
Mas, contudo e no entanto, a mão tem de se dar à palmatória por ter marcado duas décadas em que foi coroado no reino da Pop e intitulado como The Moon Walker Dancer.
Lembro-me de ter medo de ver o Thriller. Lembro-me das meias brancas em contraste com os sapatos pretos, da luva numa só mão ou da gaze na ponta de três dedos, eleitos, sabe-se lá porque lógica.
fizes-te história
R.I.P